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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Tenho 74 anos e estou cansado. (Texto atribuído ao humorista americano Bill Crosby.



Bill Cosby
Exceto um breve período na década de 50, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 17 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 40 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado.
 Cosby 
Estou cansado de que me digam que eu tenho que “distribuir a riqueza” para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força,se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo.
Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma “religião da paz”, quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos a matar suas irmãs, esposas e filhas pela “honra” da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são “crentes”; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por “adultério”; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.
Estou cansado de que me digam que por “tolerância para com outras culturas” devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.
Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.
Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes nojentos, ou à força injetou porcaria em suas veias asquerosas.
Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres.
Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouví-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos “seus problemas.”
Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (Dos impostos pagos por quem trabalha e produz).
Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 74 anos, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão criando. Mas estou triste por minha neta e os seus filhos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Maioria dos usuários do Facebook já 'deu um tempo' do site, diz pesquisa



JENNA WORTHAM
DO "NEW YORK TIMES"

The New York TimesO Facebook é o mais popular site de redes sociais dos Estados Unidos --cerca de dois terços dos adultos do país o utilizam de maneira regular.
Mas isso não significa que não se enjoem dele.
Stoyan Nenov/Reuters
Mulher usa aplicativo do Facebook no iPad; maioria dos usuários já "deu um tempo" do site, diz pesquisa
Mulher usa aplicativo do Facebook no iPad; maioria dos usuários já "deu um tempo" do site, diz pesquisa
Uma nova pesquisa do Internet & American Life Project, do Pew Research Center, conduzida em dezembro, constatou que 61% dos atuais usuários do Facebook admitiram ter se afastado voluntariamente do site, em muitos casos por semanas inteiras.
Cerca de quatro por cento dos entrevistados mencionaram questões de privacidade e segurança como motivo para o distanciamento. Ainda que esses usuários tenham com o tempo retomado seu uso regular do serviço, outros 20% de usuários do Facebook revelaram ter cancelado contas.
É claro que, ainda que alguns usuários do Facebook estejam restringindo seu consumo diário do serviço, a vasta maioria --92%-- dos usuários de redes sociais ainda mantém um perfil no site, Mas embora mais de metade dos entrevistados tenha declarado que o site continua tão importante para eles hoje quanto há um ano, apenas 12% afirmaram que a importância do Facebook em suas vidas cresceu ao longo dos 12 últimos meses, o que indica um processo de desgaste em escala muito mais ampla entre os usuários do site.
A pesquisa oferece outras percepções interessantes, entre as quais a de que os usuários mais jovens vêm passando menos tempo no Facebook. O relatório aponta que 42% dos usuários do Facebook na faixa etária dos 18 aos 29 anos disseram que o tempo médio que dedicam ao site em um dia típico havia caído no ano passado. Uma proporção muito menor --23%-- dos usuários mais velhos de Facebook, as pessoas de mais de 50 anos, reportou queda no uso do serviço ao longo do mesmo período.
O maior desafio para o Facebook está em descobrir como continuar a lucrar com sua rica base de 1 bilhão de um usuários --e parte importante desse processo envolve mantê-los entretidos e interessados em retornar regularmente ao site. Recentemente, a empresa lançou um serviço chamado Busca Social, uma ferramenta de buscas que promete ajudar usuários a responder perguntas sobre todos os assuntos, de recomendações de viagem a potenciais empregos e até conexões amorosas.
Lee Rainie, diretor do Internet & American Life Project no Pew Research Center, responsável pela pesquisa, descreveu os resultados como "uma espécie de acerto de contas social".
"Os dados demonstram que as pessoas estão tentando recalibrar suas vidas para acomodar as novas ferramentas sociais", disse Rainie em e-mail. Os usuários do Facebook estão começando a se perguntar "o que meus amigos estão pensando e fazendo, e até que ponto isso me importa?", ele afirmou. "Estão comparando os pontos positivos e negativos, como se estivessem fazendo um balanço de suas redes sociais, e tentam descobrir o quanto a conectividade propicia a eles em comparação com o quanto ela requer de sua parte".
Tradução de PAULO MIGLIACCI