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sábado, 27 de outubro de 2012

Reclamação contra os atendentes do suporte UOL de e-mail marketing



Pela terceira vez estou tentando suporte para o e-mail marketing que eu comprei da UOL.
Não vou falar mal da UOL porque tenho vários produtos que funcionam bem como a loja virtual www.biquinis.tv
Mas hoje vou destilar todo o meu ódio para atendentes mal preparados e de má vontade. Hoje, dia 27 de outubro de 2.012 já falei com os atendentes Celso, Thiago, duas Patrícias, Daniele e Geraldo.
A Daniele foi daquelas atendentes mais do que atenciosas e ajudou mesmo mais do que eu esperava.
Já o Celso, o Thiago, as duas Patrícias e o Geraldo atendentes do Suporte UOL foram aquilo que posso chamar de vagabundos cumprindo o horário de má vontade.
Sinceramente não tenho culpa se ele escolheu uma profissão chata ou se foi só uma cadeira que achou para sentar a sua bunda indolente, são pessoas que abusaram da impossibilidade de olhar nos olhos e receber uma bela chamada.
Então é isso. Quero reclamar de público do atendimento da UOL nesse sábado, dia 27 de outubro, dos atendentes Celso, Thiago, duas Patrícias e do Geraldo, agradecendo muito o ótimo atendimento da Daniele.
Quem for meu amigo de verdade por favor compartilhe esse desabafo pois é assim que devemos fazer, cada um ajudar como pode para punir os incompetentes que não nos tratam de acordo com o que pagamos.
Como eu sempre digo, o premio ou o castigo das pessoas é serem como são e o Celso, o Thiago, das duas Patrícias e o Geraldo, todos do atendimento da UOL vão ter o castigo que merecem. Vão continuar sendo uns merdinhas que ganham mal e nunca ao progredir porque não fazem por merecer.
Amanhã eu ligo de novo e qualquer hora eu consigo resolver o meu problema.
Eles, certamente vão continuar uns merdas!!!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Dez motivos pelos quais nós amamos o Google


Dez verdades em que acreditamos

Escrevemos essas "10 coisas" pela primeira vez quando o Google tinha apenas alguns anos de idade. De tempos em tempos, revisamos essa lista para ver se ela ainda reflete a verdade. Esperamos que sim. E você pode nos cobrar isso.
  1. Concentre-se no usuário e tudo mais virá.

    Desde o começo, nosso enfoque foi fornecer a melhor experiência do usuário possível. Seja criando um novo navegador da Internet ou uma pequena mudança no visual da página inicial, tomamos todos os cuidados para garantir que essas mudanças servirão, em última análise, ousuário em vez de nossa própria meta. A interface de nossa página inicial é limpa e simples, e as páginas carregam instantaneamente. O posicionamento nos resultados de pesquisa nunca foi vendido a ninguém, e a publicidade não apenas é marcada como tal, mas oferece também conteúdo relevante e não é uma distração. E quando criamos novas ferramentas e aplicativos, acreditamos que eles devem funcionar tão bem de forma que o usuário não precise pensar em como eles poderiam ter sido criados diferentemente.
  2. É melhor fazer algo realmente bem.

    Nós pesquisamos. Com um dos maiores grupos de pesquisa do mundo voltado exclusivamente para solucionar problemas de pesquisa, sabemos o que fazemos bem e o que poderia ser melhor. Graças à iteração contínua em problemas difíceis, temos conseguido solucionar questões complexas e fornecer aprimoramentos constantes para um serviço que já faz da busca de informações uma experiência rápida e simples para milhões de pessoas. Nossa dedicação para melhorar a pesquisa nos ajuda a aplicar o que aprendemos em novos produtos, como o Gmail e o Google Maps. Esperamos levar o poder da pesquisa para áreas anteriormente não exploradas e ajudar as pessoas a acessar e usar ainda mais as informações em franca expansão em suas vidas.
  3. Rápido é melhor que devagar.

    Sabemos que seu tempo é valioso, portanto, quando você está procurando uma resposta na web, deseja obtê-la imediatamente – e nós queremos satisfazê-lo. Talvez sejamos as únicas pessoas no mundo que podem dizer que nossa meta é fazer com que as pessoas deixem nossa página inicial o mais rápido possível. Ao retirar pequenos excessos de nossas páginas e aumentar a eficiência de nosso ambiente de serviço, quebramos nossos próprios recordes tantas vezes que a média de tempo de resposta em um resultado de pesquisa é uma fração de segundo. Pensamos sempre na velocidade em cada produto que lançamos, seja um aplicativo para celular ou o Google Chrome, um navegador criado para ser rápido o suficiente para a web moderna. E continuamos trabalhando para fazer com que tudo ocorra ainda mais rapidamente.
  4. A democracia funciona na web.

    A pesquisa do Google funciona porque tem como base milhões de usuários que postam links em sites para ajudar a determinar quais sites oferecem conteúdo de qualidade. Avaliamos a importância de cada página da web usando mais de 200 sinais e diversas técnicas, incluindo o nosso algoritmo PageRank™ patenteado, que analisa quais sites foram "votados" como as melhores fontes de informações por outras páginas da web. Quanto mais a web cresce, melhor ainda fica essa abordagem, pois cada novo site é outro ponto de informações e outro voto a ser contado. Nessa mesma linha, trabalhamos ativamente no desenvolvimento de softwares de código aberto, que trazem inovação graças ao esforço coletivo de muitos programadores.
  5. Você não precisa estar em sua escrivaninha para precisar de uma resposta.

    O mundo está cada vez mais móvel: as pessoas querem acesso às informações onde estiverem e sempre que precisarem. Somos os pioneiros de novas tecnologias e oferecemos novas soluções para serviços móveis que ajudam as pessoas do mundo todo a realizar diversas tarefas pelo celular, desde verificar e-mails e compromissos até assistir a vídeos, sem falar das várias maneiras diferentes de acessar a pesquisa do Google em um celular. Além disso, esperamos levar ainda mais inovação para os usuários móveis em qualquer lugar com o Android, uma plataforma móvel de código aberto gratuita. O Android tem essa liberdade que moldou a Internet para o mundo móvel. O Android não só beneficia os clientes, que têm mais opções e novas experiências móveis, mas também gera oportunidades de renda para transportadoras, fabricantes e desenvolvedores.
  6. É possível fazer dinheiro sem fazer o mal.

    O Google é uma empresa. A receita gerada é derivada da tecnologia de pesquisa oferecida para as empresas e da venda de anúncios exibidos em nosso site e em outros sites da web. Centenas de milhares de anunciantes do mundo todo usam o Google AdWords para promover seus produtos. Centenas de milhares de editores aproveitam nosso programa Google AdSense para exibir anúncios relevantes para o conteúdo dos seus sites. Finalmente, para garantir o atendimento a todos os usuários (sejam anunciantes ou não), temos um conjunto de princípios que servem de orientação para nossos programas e práticas de publicidade:
    • Não permitimos que anúncios sejam exibidos nas páginas de resultados a menos que sejam relevantes nos locais em que são mostrados. E acreditamos que os anúncios podem fornecer informações úteis se, e somente se, forem relevantes para o que você deseja encontrar. Ou seja, é possível que algumas pesquisas não sejam direcionadas a nenhum anúncio.
    • Acreditamos que a publicidade não precisa ser espalhafatosa para ser eficiente. Não aceitamos anúncios pop-up, que atrapalham a visibilidade do conteúdo solicitado. Constatamos que os anúncios de texto relevantes para o usuário que lê geram taxas de cliques muito maiores do que os anúncios exibidos aleatoriamente. Qualquer anunciante, grande ou pequeno, pode aproveitar essa mídia, que é muito mais direcionada.
    • Como os anúncios no Google sempre são identificados claramente como um "Link patrocinado", a integridade de nossos resultados de pesquisa não é comprometida. Nunca manipulamos as classificações para colocar nossos parceiros nas primeiras posições dos resultados de pesquisa e ninguém pode comprar um PageRank melhor. Nossos usuários confiam em nossa objetividade e nenhum ganho a curto prazo justificaria a perda dessa confiança.
  7. Sempre haverá mais informações.

    Depois de indexar mais páginas HTML na Internet do que qualquer outro serviço de pesquisa, nossos engenheiros passaram a se preocupar com as informações que não estavam acessíveis imediatamente. Às vezes, é apenas uma questão de integrar novos bancos de dados na pesquisa, como adicionar um número de telefone, uma busca de endereço e um diretório de empresas. Outras iniciativas exigiram um pouco mais de criatividade, como a adição da possibilidade de pesquisar arquivos de notícias, patentes, periódicos acadêmicos, bilhões de imagens e milhões de livros. Nossos pesquisadores continuam procurando maneiras de levar todas as informações do mundo às pessoas que procuram respostas.
  8. A busca por informações cruza todas as fronteiras.

    Nossa empresa foi fundada na Califórnia, mas nossa missão é facilitar o acesso à informação em todo o mundo e em todos os idiomas. Para isso, temos escritórios em mais de 60 países, mantemos mais de 180 domínios de Internet e fornecemos mais da metade dos nossos resultados para pessoas que moram fora dos Estados Unidos. Oferecemos a interface de pesquisa do Google em mais de 130 idiomas, apresentamos às pessoas a capacidade de restringir resultados a conteúdos escritos em seus idiomas e buscamos fornecer nossos outros aplicativos e produtos no maior número possível de idiomas e formatos acessíveis. Com nossas ferramentas de tradução, as pessoas podem descobrir conteúdos escritos no outro lado do mundo, em idiomas que elas nem sabem falar. Com essas ferramentas e com a ajuda de tradutores voluntários, somos capazes de melhorar amplamente a variedade e a qualidade dos serviços que oferecemos nos pontos mais distantes do mundo.
  9. É possível ser sério sem usar terno.

    Nossos fundadores criaram o Google com a ideia de que o trabalho deve ser desafiador, e o desafio deve ser divertido. Acreditamos que coisas incríveis e criativas são mais prováveis de acontecer com a cultura correta na empresa, e isso não significa apenas luzes de lava e bolas de borracha. Existe uma ênfase nas realizações da equipe e um orgulho nas conquistas individuais que contribuem para nosso sucesso. Temos muitas expectativas em relação aos nossos funcionários, pessoas dispostas e apaixonadas, oriundas de diversos lugares e com abordagens criativas no trabalho, no lazer e na vida. Nosso ambiente pode ser casual, mas à medida que novas ideias surgem na fila da cafeteria, em uma reunião de equipe ou na sala de ginástica, elas são compartilhadas, testadas e colocadas em prática com velocidade vertiginosa, e podem ser o primeiro passo no desenvolvimento de um projeto destinado a ser usado em todo o mundo.
  10. Excelente ainda não é o bastante.

    Ser excelente é apenas o ponto de partida, não a linha de chegada. Estipulamos metas que sabemos que ainda não podemos atingir porque acreditamos que o esforço para atingi-las resultará em um trabalho melhor do que o esperado. Através da inovação e da repetição, desejamos criar coisas que funcionem bem e fazer aprimoramentos de maneiras inesperadas. Por exemplo, quando um dos nossos engenheiros percebeu que a pesquisa funcionava bem para palavras sem erros de ortografia, ele pensou como seria a pesquisa com erros de ortografia. Isso o levou a criar um corretor ortográfico intuitivo e mais útil.
    Mesmo que você não saiba exatamente o que está buscando, encontrar uma resposta na web é nosso problema, não seu. Tentamos antecipar necessidades ainda não articuladas por nosso público mundial, e satisfazê-las com produtos e serviços que determinam novos padrões. Quando lançamos o Gmail, ele tinha capacidade de armazenamento maior do que qualquer outro serviço de e-mail disponível. Olhando para trás, oferecer isso parece óbvio, mas apenas porque agora temos novos padrões para armazenamento de e-mails. Esses são os tipos de mudanças que buscamos fazer e estamos sempre procurando por novas áreas em que podemos fazer a diferença. No fim das contas, nossa insatisfação constante com a realidade se torna a força motriz por trás de tudo que fazemos.

domingo, 21 de outubro de 2012

O produto de qualidade fala por si só ou é preciso explicar ao consumidor a que ele veio?



Discussão antiga entre criadores e marqueteiros, alimentadas por pesos pesados com Steve Jobs, cada um puxa a sardinha para o seu lado e como quem parte ou reparte deve sempre ficar com a melhor parte eu aproveito todas as lições e coloco nelas a minha roupa.
Um biquíni.
Todo mundo já ouviu falar da historia do biquíni. Assim como a culinária, nasceu na França e ganhou o mundo. O biquíni faz mais sucesso no Brasil mercê da exposição que tem do que no curto verão europeu e com a maioria das bundas famosas escondidas em pesadas roupas para aguentar a primavera fresca e agradável, o outono cinza e sombrio e o inverno onde o biquíni fica mais por baixo do que os índices de audiência da Xuxa.
Aliás, como marqueteiro eu a aconselharia a trocar de público. Ela poderia apresentar um desses programas ridículos que falam da vida sexual desastrosa de astros e estrelas e claro, o traje seria um biquíni. Para compensar os seus bons anos e possíveis desastres a gente colocaria o corpo de dança do Faustão. Se tem gente como eu que assiste o Faustão sem som para ver as dançarinas certamente o novo programa da Xuxa teria alguma audiência para ver as gostosas de biquíni.
Nossos biquínis só falam por si só depois de regularmente ajeitados em bundas e peitos. Por enquanto eu preciso explicar que o binômio qualidade e preço são atingidos pela mágica da comercialização na internet que deixa de fora os impostos exorbitantes, a mão de obra desclassificada e cara, das balconistas mal-humoradas da vida e dos aluguéis que estão pela hora da morte.
 Isso posto, mãos na massa. Vá até a nossa loja virtual www.biquinis.tv  e escolha vários biquínis pelo preço de um.
Quando você receber na sua casa essas verdadeiras joias você vai concordar comigo que assim como para uma bela foda são necessários dois com vontade, para você ter um excelente biquíni que falaria por si só eu preciso ficar aqui contando as suas maravilhas, que ele existe, que o precinho é óóóóó´... e que você vai me agradecer por ter lido esse puta texto grande para comprar duas pecinhas bem pequenininhas que vão te deixar lindona.
Vai! Vai lá! www.biquinis.tv

terça-feira, 16 de outubro de 2012

“Lucro social” faz a diferença no Facebook, diz especialista em marketing de guerrilha




Febre também no mercado corporativo, o uso do Facebook é uma decisão que deve ser precedida de muito cuidado e estratégia. Na opinião da sócia e diretora de conteúdo da Agência Espalhe, Patrícia Albuquerque, as empresas que ingressam nas mídias sociais devem descobrir o “lucro social" que podem oferecer aos clientes antes de começar as ações.

A executiva da Espalhe, agência convidadas para o 1º Seminário Comunique-se de Marketing Digital, que ocorrerá no próximo dia 7, em São Paulo (para mais informações, clique aqui), diz que ter um objetivo social faz grande diferença. "Quando se tem esse objetivo, você consegue traçar a linha editorial, alinhar com o perfil da empresa e construir um discurso único sem desconstruir a identidade", orienta.
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Executiva da Agência Espalhe dá dicas para trabalhar a comunicação nas redes sociais (Imagem: Divulgação)
Acrescenta que o Facebook é um “organismo vivo e dinâmico”, e o grande número de seguidores não significa sucesso. "Crescimento de base é fácil conseguir, depende apenas do quanto o cliente tem para investir. O desafio é o que fazer com essa base, pois ela precisa falar com você".

Patrícia exalta a importância do fã nas mídias sociais. "Os fãs valem mais que os consumidores, pois defendem, divulgam e compram a marca".


Veja abaixo algumas dicas da especialista para o uso do Facebook:
Objetivo da marca: planejamento é tudo. Na Espalhe, os três pilares trabalhados são: Owned (descobrir a estratégia social), Earned (transformar marcas em assunto e gerar mídia espontânea) e Paid media (criar assuntos e trazer ganhos). Assim, é preciso ter bem claro qual é o objetivo da marca ao entrar na rede para criar a linha editorial.


Lucro social: com o planejamento pronto, é preciso descobrir qual é o lucro social que a marca vai oferecer para as pessoas. Responder essa questão corretamente é a base de um trabalho que, posteriormente, só vai se renovar.

Identidade: Ter claro qual a identidade a ser construída nas redes sociais é essencial para empresas e veículos de comunicação. O trabalho nas novas mídias deve estar em sintonia com o que já foi construído em termos de marca.

Monitoramento: Conhecer os resultados, aprender e aperfeiçoar são pontos fundamentais. Segundo Patrícia, a Espalhe criou apenas uma ferramenta para fazer esses estudos. "Transformar essas informações em ciência é essencial", afirma.

Criar histórias: Todo mundo gosta de conversar. Mas gosta de conversar com quem tem assunto. Contar boas histórias faz parte da estratégia. É preciso criar assunto para que as pessoas construam histórias com as marcas e, assim, falem espontaneamente.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sonho Origem: Wikipédia.


O sonho é uma experiência que possui significados distintos se for ampliado um debate que envolva religião, ciência e cultura. Para a ciência, é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono.
Os sonhos noturnos são gerados, na busca pela realização de um desejo reprimido.
 Recentemente, descobriu-se que até os bebês no útero têm sono REM (movimentos rápidos dos olhos) e sonham, mas não se sabe com o quê. Em diversas tradições culturais e religiosas, o sonho aparece revestido de poderes premonitórios ou até mesmo de uma expansão da consciência.
Foi em 1900, com a publicação de A Interpretação dos Sonhos, que Sigmund Freud (1856-1939) deu um caráter científico à matéria. Naquele polêmico livro, Freud aproveita o que já havia sido publicado anteriormente e faz investidas completamente novas, definindo o conteúdo do sonho, geralmente como a “realização de um desejo”.
Para o pai da psicanálise, no enredo onírico há o sentido manifesto (a fachada) e o sentido latente (o significado), este último realmente importante.
A fachada seria um despiste do superego (o censor da psique, que escolhe o que se torna consciente ou não dos conteúdos inconscientes), enquanto o sentido latente, por meio da interpretação simbólica, revelaria o desejo do sonhador por trás dos aparentes absurdos da narrativa.
O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, baseado na observação dos seus doentes e em experiências próprias, tornou mais abrangente o papel dos sonhos, que não seriam apenas reveladores de desejos ocultos, mas sim, uma ferramenta da psique que busca o equilíbrio por meio da compensação. Ou seja, alguém masculinizado pode sonhar com figuras femininas que tentam demonstrar ao sonhador a necessidade de uma mudança de atitude.
Na busca pelo equilíbrio, personagens arquetípicas interagem nos sonhos em um conflito que buscam levar ao consciente conteúdos do inconsciente. Entre essas personagens, estão a anima (força feminina na psique dos homens), o animus (força masculina na psique das mulheres) e a sombra (força que se alimenta dos aspectos não aceitos de nossa personalidade). Esta última, nos sonhos, são os vilões.
Um aspecto muito importante em se atentar nos sonhos, segundo a linha junguiana, é saber como o sonhador, o protagonista no sonho (que representa o ego) lida com as forças malignas (a sombra), para se averiguar como, na vida desperta, a pessoa lida com as adversidades, a autoridade e a oposição de ideias. Jung aponta os sonhos como forças naturais que auxiliam o ser humano no processo de individualização.
Ao contrário de Freud, as situações absurdas dos sonhos para Jung não seriam uma fachada, mas a forma própria do inconsciente de se expressar. Para o mestre suíço, há os sonhos comuns e os arquetípicos, revestidos de grande poder revelador para quem sonha. A interpretação de sonhos é uma ferramenta crucial para a psicologia analítica, desenvolvida por Jung.
Os sonhos são cargas emocionais armazenadas no inconsciente, que projetam imagens e sons, e de acordo com Freud como sabemos que os objetos nos sonhos são derivados de cargas emocionais, podemos através deles chegar a raiz ou seja as emoções que geraram essa imagem ou som. Sendo estudados corretamente pode-se descrever, ou melhor, conhecer o momento psicológico do indivíduo. Fazendo uma analogia, poderíamos pensar numa espécie de "fotografia" do inconsciente naquele momento. Por isso, o sonho sempre demonstra aspectos da vida emocional.
Nos sonhos sua linguagem são o que Freud denomina símbolos. Para entender seus variados conteúdos, temos que reconhecer o que os símbolos representam nesse sonho. semelhante ao que foi estudado por Stanislavski, a simbologia dos sonhos não só está dada pelo contato que o criador do sonho teve com o objeto mas também com o caráter, ou seja, a forma que ele lida relaciona sentimentalmente esse objeto a coisas de sua vida, um exemplo prático o mar pode apresentar distintas simbologias(que são importantes para a interpretação dos sonhos se trata de descobrir a raiz) variando de pessoa a pessoa(inclusive a época) para alguns o mar pode significar destruição (o mar destruindo estruturas deixadas na praia) mas para outros invasão (a água avançando e invadindo território) de acordo com Freud o que a pessoa sente quanto a esse objeto ou essa situação é fundamental para a interpretação de sonho."Os sonhos são a estrada real para o conhecimento da mente". Portanto as terapias psicanalíticas usam interpretação dos sonhos como um recurso para "elaborar". Carl Gustav Jung passou a se dedicar profundamente aos meios pelos quais se expressa o inconsciente. Em sua teoria, enquanto o inconsciente pessoal consiste fundamentalmente de material reprimido e de complexos, o inconsciente coletivo é composto fundamentalmente de uma tendência para sensibilizar-se com certas imagens, ou melhor, símbolos que constelam sentimentos profundos de apelo universal, os arquétipos.
Existem outras correntes, que vêem o sonho de modo diverso. Os neurocientistas, de modo geral, afirmam que o sonho é apenas uma espécie de tráfego de informação sem sentido que tem por função manter o cérebro em ordem. Essa teoria só não explica como esses enredos supostamente desconexos são responsáveis por grandes insights, como em Thomas Edison, por exemplo (SUPER CARECER DE FONTES). Existem muitos outros casos de sonhos reveladores em várias áreas da ciência e da arte, que todavia não impedem que os sonhos sirvam também para recuperar a saúde do organismo e do cérebro.
A oniromancia, previsão do futuro pela interpretação dos sonhos, tem grande credibilidade nas religiões judaico-cristãs: consta na torá e na bíblia que Jacó, José e Daniel receberam de Deus a habilidade de interpretar os sonhos. No Novo Testamento, São José é avisado em sonho pelo anjo Gabriel de que sua esposa traz no ventre uma criança divina, e depois da visita dos Reis Magos um anjo em sonho o avisa para fugir para o Egito e quando seria seguro retornar à Israel.
Na história de São Patrício, na Irlanda, também figura o sonho. Quando escravizado, Patrício em sonho é avisado de que um barco o espera para que retorne à sua terra natal.
No Islamismo, os sonhos bons são inspirados por Alah e podem trazer mensagens divinatórias, enquanto os pesadelos são considerados armadilhas de Satã.
Filósofos ocidentais eram céticos quanto ao tema religião e sonhos, por alegarem que não haveria controle consciente durante os sonhos, mas estudos recentes analisando movimentos dos olhos (REM) durante o sono mostram resultados cientificamente comprovados com sonhos lúcidos, que se contrapõem às teorias anteriores.
Pensadores, cientistas e matemáticos como René Descartes e Friedrich August Kekulé von Stradonitz também tiveram em sonhos visões reveladoras. Descartes, em viagem à Alemanha, teve uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico. Kekulé propôs a fórmula hexagonal do benzeno após sonhar com uma cobra que mordia sua própria cauda. O grande pai da tabela periódica, Dmitri Mendeleiev, afirmou ter tido um sonho no qual era mostrado o modelo da tabela periódica atual.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O ponto de vista e o ângulo da visão.


Quando olho para uma foto logo imagino o ponto de vista e o ângulo de visão de que o fotógrafo dispunha para fazer a foto.
A diferença entre uma linda foto e uma foto horrorosa pode estar aí, assim como a impressão que você tem ou vai ter, seja ao conhecer essa pessoa ou ao tirar uma foto dela.
Música e iluminação num filme de terror são tão características, que muitas vezes você nem precisa assistir toda uma cena  para saber do que se trata.
Com as pessoas e as fotos a coisa é parecida. Quando vejo fotos tiradas no espelho de um banheiro ou num canto feio da casa, ligo logo a imagem ao horror de fazer do banheiro o cenário principal de uma foto que deveria ser no mínimo uma boa lembrança.
Alguns dirão, para justificar, que seria essa ou nenhuma foto.
Bem, a vida é sempre assim para quem não tem um mínimo de planejamento ou a opção de escolher um fundo melhor para a foto e pedir para alguém apertar o botão.
Tire boas fotos e leve uma boa vida. Você não precisa viver do passado, mas vai levar uma ótima lembrança para o futuro.