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quinta-feira, 29 de março de 2012

José Carlos Bittencourt-Arquivo Aberto Diário de um Sobrevivente.


  • Se me permite, vou fazer propaganda de meu livro, Arquivo Aberto Diário de um- Sobrevivente. Está disponível em SP em livrarias como Cultura, Portal da Leitura, na Vila Nova Conceição, Saraiva, Folha. etc. No Guarujá, pode ser encontrado nas livrarias Saber, do Shopping Vicente de Carvalho, Cultura & Café, no Shopping Jequitimar e Papelaria e Livraria Rofel, no Tortuga, defronte à Padaria Ipanema.
    Eis o depoimento do jornalista Wilson Palhares, que à época, era editor de política do extinto Jornal do Brasil, do Rio, baseado na Sucursal de São Paulo.
    Ficção política com jogo bruto não seria melhor. A ação em Arquivo Aberto Diário de um Sobrevivente é uma atraente viagem ou melhor, uma corrida no tempo através do forró de jogadas e mistificação da política brasileira. 

    Nesta narrativa em que o autor é repórter e também personagem, o leitor se sentirá agarrado pelo ritmo de quem tem de enviar imediatamente a notícia para o ar ou para a oficina do jornal. A imparcialidade (ou frieza), que os frágeis cânones da profissão apregoa, não está presente nestas páginas. Nelas há opinião, reflexão, pensamento, paixão. Enfim, há vida, pois Arquivo Aberto é sobretudo uma história de vida e de uma vida. 
    Situações profissionais e da intimidade do autor perpassam a ciranda política em que se misturam acaso, humor, inteligência e, em doses cavalares, astúcia e camuflagem, as formas animais de inteligência presentíssimas na cena política brasileira. Em rápidas descrições de força bruta, a razão das bestas, o autor acena como fazem os arqueólogos, com fragmentos que instigam a buscar o entendimento de nosso passado e, conseqüentemente, do presente do País.
    Aqui se chacoalham frente ao leitor lembranças que ainda pedem explicações: o assassinato do deputado Ulysses Guimarães em 1992, as mortes altamente suspeitas de Juscelino Kubitschek (1976), João Goulart (1976) e Carlos Lacerda em 1977. Por coincidência, eram os três políticos de maior expressão para suceder o regime ditatorial. 

    Arquivo Aberto vai muito mais longe mas não tão fundo que possa cansar. Oferece de que rir, de que chorar e sobre que pensar. Arquivo Aberto se limita na justa dimensão pelos dois instrumentos mais opressivos do jornalismo, o tempo. Para os cineastas de plantão está nestas páginas um belo argumento para o roteiro de um filme. E com um personagem que, em off, faz a narrativa na primeira pessoa.
    Wilson Palhares
    www.skoob.com.br
    Organize sua estante virtual, veja as opiniões dos seus amigos para seus livros e autores favoritos, encontre a sua próxima leitura!

quarta-feira, 28 de março de 2012

PORQUE NÃO ENCONTRO A CERA MICROLITE EM SUPERMERCADOS?



A maioria dos produtos industrializados é colocada nos supermercados e grandes magazines para vender muito. São empresas que investem milhões em publicidade e custos de distribuição, o que os torna caros pelo pequeno resultado que oferecem.
Se a Microlite colocasse a Resina Microlite para enceramento profissional de veículos à venda nos supermercados ela certamente custaria umas seis ou oito vezes mais.
A cera líquida Microlite é vendida na embalagem mínima de 100 aplicações e custa, colocada no estabelecimento R$ 200,00 (Veja todos os itens que acompanham o Kit Microlite no item 6 do blogwww.microlite-microlite.com )
Pode ser ainda mais econômica quando comprada em Kits de 250 aplicações por R$ 300,00 e nesse caso vai acompanhada de um banner de lona plástica, de 100x120 centímetros que chama muito a atenção e pode durar até cinco anos, exposto no exterior dos estabelecimentos.
POR QUE TER A CERA LIQUIDA MICROLITE NO SEU LAVA-JATO. Lavar o carro periodicamente deixou de ser um cuidado com a aparência, para ser uma necessidade na manutenção do veículo e do patrimônio.
Existem estudos feitos pelas grandes empresas de estacionamentos e postos de gasolina, de que a fidelidade do cliente ao estabelecimento se deve em razão da proximidade ao trabalho, à residência, às facilidades como um supermercado e aos produtos que o lava-jato usa no carro do cliente. Assim, já foi o tempo que o dono do veículo levava ou deixava o carro em qualquer lugar porque seu carro estava sujo.
Mais de 88% dos proprietários de carros com menos de dez anos de uso lavam seus carros com uma periodicidade de 15 dias e 53% o fazem semanalmente.
As pesquisas demonstraram que mais de 60% dos entrevistados reparam nas condições de limpeza do lava-jato e desses 58,7% gostariam de ter bem clara, a informação a respeito da qualidade dos produtos usados na lavagem e enceramento do veículo.
Todos os entrevistados declararam que deixam de lavar seus carros no lava-jato quando percebem que os funcionários dirigem os carros sem cuidado ou mexem nas coisas que ficam no porta-luvas e porta-trécos.
E finalmente, 90% dos usuários entrevistados, aceitam experimentar um produto para encerar o carro quando o atendente lhe um panfleto explicativo da qualidade do produto que vai ser usado no enceramento.
O simples fato de você agregar o serviço pode significar a fidelização do cliente e mais R$ 5,00 a R$ 10,00 de faturamento por lavagem.
Se essas não forem boas razões para você ter a Resina Microlite no seu lava-jato, você não usaria a internet, você não teria essa informação e certamente você vai perder seu cliente logo-logo para um concorrente bem informado, que pense e procure aquilo que o cliente quer quando trata do seu patrimônio, quase sempre o segundo bem em valor que ele possui, imaginando-se que ele tenha casa própria.
Você e seu cliente são inteligentes e acompanham as novidades tecnológicas.
Veja no nosso site www.microlitebrasil.com.br e no blog de suporte aos clientes www.microlite-microlite.com como ter a cera líquida Microlite no seu lava-jato, posto de gasolina, estacionamento ou concessionária.www.informespublicitariosmicrolite.com
Nosso e-mail é o falecomodono@hotmail.com telefone (13)7807-6981 e NEXTEL ID 24*52727.

segunda-feira, 26 de março de 2012

www.sosguaruja.com Guarujá: Formiga e puxa-saco tem em todo lugar.

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CONCURSO GAROTA CHIQUITA BACANA 2.013



          

O verão brasileiro acabou e já deixa muitas saudades.
É o final dos dias  claros e ensolarados, das praias lotadas e da juventude exibindo seus corpos sarados nas pranchas, nas ondas e nas areias.
Mas o sol não termina e o verão só muda de hemisfério.
Vai entrar o verão na Europa e nossa loja internacional de biquínis, a Chiquita Bacana já está vestindo francesas, italianas, portuguesas, as loiríssimas suecas. Opss... todas as mulheres de bom gosto que adoram vestir os biquínis brasileiros.
O sucesso dos biquínis brasileiros se deve em grande parte ao tipo físico da mulher brasileira.
Por isso, nada melhor que mostrar as brasileiras  vestindo biquínis brasileiros com a beleza e charme das brasileiras.
Você pode ser uma das GAROTAS DO BIQUÍNI CHIQUITA BACANA.
Para concorrer envie uma ou mais fotos de biquíni para o e-mail biquinisguaruja@hotmail.com com seu nome, endereço, data do nascimento, cidade e bairro onde você mora, seu e-mail e telefone. Se você tiver boas fotos de biquíni no Facebook peça para ser adicionada ao perfil Marinho Guzman ou deixe recado “in Box”.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Conhecimento e relacionamento tácito

por André Moragas

“O conhecimento é o seu passaporte para o sucesso”. Essa frase, ou uma variável bem próxima dela, foi usada recentemente como slogan de uma entidade de ensino do Rio de Janeiro. E lembro que, em outros formatos, também foi repetida diversas vezes pela geração dos meus pais para nós, filhos. É claro que não há como discordar dessa afirmação, mas nos dias atuais faço questão de deixar claro que o tal “passaporte” só garante a entrada. Se fosse reescrever a frase para a realidade do mercado hoje seria algo do tipo: “o conhecimento te garante o visto no passaporte, mas a passagem pela alfândega só o relacionamento tácito”.

E é justamente isso que acontece hoje nos corredores do mundo corporativo. Não dá para contar mais só com o conhecimento. Ainda mais em um mercado no qual esse conhecimento virou commodity e se adquire com extrema facilidade. Onde os currículos chegam com três MBAs, duas pós-graduações, quatro línguas e o sujeito tem apenas 27 anos. Ou seja, ensino superior e inglês já estão para lá de default (ou démodé). A questão que se apresenta é a de que todo esse conhecimento (técnico e teórico) não garante mais o sucesso dentro das empresas. Ele garante apenas a entrada no mundo corporativo, cada vez mais competitivo. O que garante o sucesso é justamente o que está faltando nos profissionais que estão chegando agora: relacionamento tácito.


Entenda-se por relacionamento tácito aquele que é baseado na empatia entre as pessoas, nas histórias de vida, nos comportamentos que cada um adota no trato com as pessoas. Esse mundo tático é que afeta e dita hoje o comportamento das corporações, a relação entre as pessoas dentro da empresa e, por fim, as tomadas de decisões.Saber lidar com as pessoasinfluenciar os relacionamentos e as interações, gerenciar crises e confrontos, mediar conflitos.


Esse “conhecimento” não se adquire nas bancas de estudo, mas no dia a dia, vivendo as situações e aplicando o famoso “bom senso”. O problema é que, com tanto preparo técnico, os profissionais que estão chegando ao mercado ou não tiveram tempo de “aprender a viver”, ou se acham tão bons (com seus diversos diplomas) que acabam construindo a ilusão de que sozinhos se bastam, e não precisam investir no relacionamento com as pessoas.


O que ainda não sabem é que o mundo mudou e eles (os profissionais dessa nova era) ainda estão repetindo o modelo passado de sucesso. Aquele no qual quem tinha uma faculdade e um MBA era, no mínimo, diretor da empresa. Pois bem, o mundo não só mudou como hoje dá muito mais valor ao comportamento do que à competência. E quanto mais se sobe no organograma das organizações, mais se gasta tempo com questões tácitas (gestão de pessoas, reuniões, motivação da equipe, liderança de desiguais).


O estranho é pensar que essa mudança se deu praticamente pelo mesmo caminho pelo qual esses profissionais tem acesso a cada vez mais conhecimento:pela conectividade. Com essa globalização de informações, tudo é muito mais rápido (os problemas e as soluções). Essa rapidez está mudando a forma como nos relacionamos com o nosso entorno e como resolvemos as questões que se põem à nossa frente.

 

O aumento do número de fontes de informação também contribui muito. No passado as pessoas tinham praticamente três canais de televisão, a escola, a família e amigos como fontes de informação. Essa realidade acabava gerando uma uniformidade de percepções do mundo. Hoje, a diversidade das fontes de informação cria referências diferentes e forma pessoas diferentes. O lado bom dessa história é que, se todos pensam diferente, a geração de novas ideias impulsiona um mercado cada vez mais inovador (com ideias que se completam). O problema é que, se você cria mais variáveis no sistema, também gera mais incertezas e, por consequência, mais conflitos.

A verdade é que estamos hoje construindo uma sociedade inédita. Coisas que nunca aconteceram antes afloram nesse mundo novo. Um bom exemplo é a origem do motoboy em São Paulo. Reza a lenda que um dia alguém precisava entregar uma encomenda com rapidez e o office-boy, que tinha uma moto, se ofereceu para o serviço. Superada a inovação inicial, a pergunta que surge é: como resolver o problema dos motoboys em São Paulo hoje? Um problema inédito, que nós mesmos alimentamos, e que necessita de uma fórmula inédita.


E para enfrentar esse tipo de problema inédito, criando uma solução inédita, precisamos de mais gente pensando juntas. Interagindo com suas novas ideias e percepções. Mas como fazer isso se as pessoas não estão aprendendo a se relacionar. É justamente aqui que está o hiato que vivemos hoje dentro do mundo corporativo. 

terça-feira, 20 de março de 2012

As futilidades, as coisas importantes e a vida. Marinho Guzman


A importância que as futilidades têm na vida dos pobres de espírito é inversamente proporcional ao sentimento de felicidade vindo da compreensão do que é importante.
Isso posto, quando a gente coloca cada coisa no seu lugar, há espaço para tudo, e na ordem direta, as prioridades nos dão a correta dimensão da verdadeira razão de viver.
Daí a César o que é de César e vamo...que vamo...que a vida é curta!

CONCURSO GAROTA CHIQUITA BACANA VERÃO EUROPEU 2.012/2.013




O verão brasileiro acabou e já deixa muitas saudades.
É o final dos dias  claros e ensolarados, das praias lotadas e da juventude exibindo seus corpos sarados nas pranchas, nas ondas e nas areias.
Mas o sol não termina e o verão só muda de hemisfério.
Vai entrar o verão na Europa e nossa loja internacional de biquínis, a Chiquita Bacana já está vestindo francesas, italianas, portuguesas, as loiríssimas suecas. Opss... todas as mulheres de bom gosto que adoram vestir os biquínis brasileiros.
O sucesso dos biquínis brasileiros se devem em grande parte ao tipo físico da mulher brasileira.
Por isso, nada melhor que mostrar as brasileiras  vestindo biquínis brasileiros com a beleza e charme das brasileiras.
Você pode ser uma das GAROTAS DO BIQUÍNI CHIQUITA BACANA.
Para concorrer envie uma ou mais fotos de biquíni para o e-mail biquinisguaruja@hotmail.com com seu nome, endereço, data do nascimento, cidade e bairro onde você mora, seu e-mail e telefone. Se você tiver boas fotos de biquíni no Facebook peça para ser adicionada ao perfil Marinho Guzman ou deixe recado “in Box”.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Operadoras perdem US$ 13,9 bi em 2011 para redes sociais


IDG News Service


Estudo divulgado pela empresa Ovum indica que as operadoras de telefonia móvel estão assistindo a queda das receitas em suas áreas de SMS (Short Message Service) por conta da adoção cada vez maior de apps para serviços de mensagens alternativos e redes sociais, como Facebook, WhatsApp e Twitter. A Ovun estima que as operadoras do mundo todo tenham perdido pelo menos 13,9 bilhões de dólares em receita no ano passado por causa do uso de serviços de mensagens baseados em IP e redes sociais.Uso de aplicativos de redes sociais estaria reduzindo os gastos dos usuários com mensagens de texto e, consequentemente, a receita das empresas.

O valor representa uma fatia de 9% das receitas nessa categoria. Em 2010, segundo a Ovum, a perda teria sido de 8,7 bilhões de dólares.Os serviços de SMS and MMS (Multimedia Messaging Service) são as fontes de receita não ligadas a serviços de voz mais importantes para as operadoras no momento, diz Neha Dharia, analista de consumo da Ovum.
Os consumidores, particularmente aqueles que entendem mais de tecnologia (os chamados early adopters), preferem por exemplo usar um serviço como o Blackberry Messenger que mandar um SMS, diz Dharia. "Mensagens de texto são uma receita muito importante e as pessoas começaram a reduzir seu uso", afirma a analista. Serviços como o Blackberry Messenger e o WhatsApp usam a conexão de dados do celular ou mesmo uma conexão Wi-Fi para enviar mensagens. Usuários de smartphones optam regularmente por comprar pacotes com as operadoras que já incluam planos de dados por internet e seus aparelhos têm conexão Wi-Fi, portanto dois jeitos simples de contornar o SMS para mandar mensagens.
As operadoras já viam o problema se aproximando há um bom tempo, diz a analista. Uma solução para as empresas é oferecer seus próprios serviços de mensagem usando um conjunto de especificações chamado Rich Communication Suite (RCS), que permite habilitar via IP recursos de mensagem instantânea, vídeo, transferência de arquivos e outros recursos para equipamentos móveis.Segundo o estudo da Ovum, os esforços em torno do RCS estão começando a aparecer no mercado, mas as operadoras precisam se apressar, diz Dharia, bem como começar a repor a perda da receita do SMS com outras fontes, como por exemplo serviço de banda larga móvel.
Jeremy Kirk

quarta-feira, 14 de março de 2012

Manual do Procon tira dúvidas relacionadas ao casamento


Assistente de direção do Procon afirma que é importante ter informação e questionar em qualquer caso de dúvida.

Maio é o mês da noivas. Para ajudar os casais, o Procon dá muitas dicas e até preparou um manual para as compras e contratações relacionadas ao casamento. A assistente de direção do Procon, Maíra Feltrin Alves, tira dúvidas dos principais problemas que os noivos enfrentam neste período.
Maíra Feltrin Alves: “Todos os serviços que os noivos contratam, normalmente, apresentam algumas dúvidas. As pessoas ficam em dúvida de como podem usufruir do serviço, quais são seus direitos e como fazer para evitar os problemas. A grande dica nesse sentido é ter informação, é questionar em qualquer caso de dúvida, é indicar ao fornecedor o que realmente pretende e identificar aquilo que vai ser realmente prestado”.
Bom Dia Brasil: Há muita informalidade nessa relação, não é? Essas contratações não são firmadas em papel, muitas vezes são feitas meio de boca ou por e-mail. Como o consumidor pode se proteger, porque o dano pode ser irreparável. Já pensou se você contrata um bolo de casamento, por exemplo, e esse bolo não é entregue no dia da festa?
“Isso acontece. Às vezes o comércio informal, a pessoa conhece alguém que faz bolo. Mas é importante, fazer por escrito. Ainda que seja uma coisa muito simples. Tudo o que é combinado, vincula. O consumidor está resguardado do seu direito ainda que não seja escrito, Mas para ficar melhor, é bom escrever o tipo de bolo, por exemplo, quando vai ser entregue, o horário, todos os detalhes da contratação.
O manual está sendo distribuído no Procon, em São Paulo?
“Ele é distribuído no Procon ou nos postos de atendimento do Poupa Tempo e também está disponível na internet, no site do Procon”.
Uma pessoa contratou um cerimonialista, por exemplo, que concentra toda a contratação de serviços, não é? Ela pagou a esse cerimonialista e na hora deu tudo errado. Quebraram coisas alugadas, o cerimonialista se isentou de qualquer responsabilidade e ela teve que indenizar as empresas que alugaram este material. Ele tem co-responsabilidade? Ele também teria que arcar com os prejuízos?
“No caso o cerimonialista é o responsável pela organização e pelo bom andamento do evento. Então, dependendo do contrato firmado, ele se torna responsável por todo o evento e aí poderia ter essa negociação de ele ser responsabilizado”.
Tudo tem que constar em contrato, não é?
“É fundamental”.

segunda-feira, 12 de março de 2012

A terceira versão do tablet mostra que a Apple partiu para a briga com Microsoft, Nintendo e Sony no mercado de games.


O novo iPad e o plano maquiavélico de Tim Cook


Por João VARELLA
Nos 15 anos em que esteve à frente da Apple, Steve Jobs transformou cada evento da empresa da maçã em um espetáculo midiático. Slides fantásticos, frases fortes pronunciadas no timing certo e magia tecnológica eram parte da fórmula para atiçar a cobiça por parte dos consumidores. Por essa razão era grande a expectativa pela estreia de seu sucessor, Tim Cook, no comando de seu primeiro show como CEO da Apple depois da morte de Jobs. A ocasião surgiu na quarta-feira 7, no Yerba Buena Center, em São Francisco. A expectativa aumentou porque era sabido que Cook apresentaria na ocasião uma nova versão do iPad, o badalado tablet da companhia. 
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No ataque: o CEO Tim Cook começa a mostrar sua marca
no comando da Apple.
 
Haveria alguma inovação fantástica em relação ao iPad 2? Algum recurso capaz de deixar a mídia, especialistas e os maníacos pela Apple de queixo caído? A curiosidade foi desfeita depois de Cook fazer um breve balanço do momento da companhia e tecer conjecturas sobre o que chamou de era pós-PC, o mundo dos dispositivos móveis conectados, como os tablets e smartphones. A reação inicial da mídia especializada internacional, no entanto, não foi das mais entusiasmadas. O Novo iPad, nome dado à terceira geração do tablet, não trouxe nenhum recurso revolucionário. Uma das melhorias é a câmera de 5 megapixels, bem superior ao modelo atual. 
 
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Mas o principal destaque mesmo é a Retina Display, um recurso que melhora de modo significativo a resolução da tela do tablet. No entanto, ao se analisar em detalhes o que cerca a chegada do Novo iPad, fica claro que a Apple ingressa agora, pelas mãos de Cook, num novo momento, e não por conta de algum recurso fenomenal. A questão é que, para defender seu território no mercado de tablets, ela decidiu partir para o ataque e fez recrudescer sua estratégia de centralizar as tecnologias em torno de seus aparelhos. Além disso, tenta fortalecer seu ecossistema de negócios, o que significa desfazer-se de antigos aliados e fazer afagos a possíveis parceiros de setores nos quais pretender ingressar.   
 
Um exemplo do plano maquiavélico de Cook para manter a hegemonia da Apple é a entrada  na disputa de um dos negócios mais apetitosos da tecnologia: o de videogames, um mercado de US$ 65 bilhões por ano. Assim, ela invade a praia do Xbox, da Microsoft; do Wii, da Nintendo; e do PS3, da Sony. O iPad foi apresentado quase como um console, com tela e processamento melhores que os aparelhos dedicados exclusivamente para games. Para demonstrar o poder de seu novo tablet, a Apple usou o jogo Infinity Blade: Dungeon. Pode parecer uma escolha aleatória, mas o recado tinha endereço certo: pisar no calo da Microsoft. Isso porque o jogo é da Epic Games, responsável pela franquia “Gears of War”, exclusiva do Xbox 360, da empresa de Bill Gates. 
 
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Mike Capps, presidente da Epic, é só elogios para o Novo iPad. Ele, porém, nem sempre foi um fã do iPad. Em abril do ano passado, o mesmo Capps afirmou que os aplicativos de US$ 1 iriam “matar a indústria dos games”. O comércio desse tipo de softwares foi consagrado pela Apple. Grande parte desses aplicativos foi desenvolvida por empresas pequeninas. Foi a esse batalhão de programadores que, no princípio do iPhone, a empresa pediu ajuda para rechear seu celular. Mas esse cenário mudou. Agora, a Apple está atrás dos grandes desenvolvedores de software. No caso do Novo iPad, por exemplo, a alta resolução de tela inviabiliza a participação nesse novo jogo dos pequenos programadores, que não têm bala na agulha para criar games sofisticados. 
 
“A situação dos desenvolvedores com orçamento limitado é motivo de preocupação”, afirmou Peter Collier, fundador da Hogrocket, uma produtora inglesa, ao site pocketgamer.biz. O rol de novas alianças se estende à líder do mercado de locação online de vídeos, a Netflix. Cook anunciou uma parceria segundo a qual os usuários da locadora de vídeos vão poder assinar o serviço diretamente da Apple TV, com acervo de filmes em alta definição. Trata-se de um tapa na cara de Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook. Isso porque Reed Hastings, o CEO da Netflix, é membro do conselho da rede social. 
 
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Jogos mortais: sucesso de mercado, o videogame Xbox 360, da Microsoft, está na mira do Novo iPad.
 
Outro alvo com a chegada do Novo iPad é o Google. No evento da semana passada, o tablet exibiu um serviço de mapa, mas não o do portal de buscas, como ocorria até o iPad 2. Isso indica que a Apple trabalha em um sistema de geoprocessamento para tirar o serviço do rival de seus aparelhos. O show de Cook também escancarou outra briga, desta vez, com os fabricantes de PCs. Um slide de sua apresentação mostrou que o iPad vendeu 15,4 milhões de unidades no último trimestre do ano passado e comparou com os resultados de venda de PCs da HP (15,1 milhões), Lenovo (13 milhões), Dell (11,9 milhões) e Acer (9,8 milhões). 
 
Ao colocar na mesma balança computadores pessoais e o iPad, Cook quer provar que seu tablet pode suprir as necessidades dos consumidores. Além disso, a linha de produtos Apple é desenvolvida como um sistema fechado, que não se conecta com os PCs. Essa filosofia foi criada por Jobs. Uma de suas intenções com isso era se prevenir das derrapadas que os usuários pudessem cometer, afetando o desempenho dos equipamentos. Cook, por sua vez, reforçou esse mecanismo, mas utilizando-o com uma estratégia de negócios. Seu objetivo é tornar o usuário dependente do ecossistema Apple, dificultando assim sua ida para os braços dos rivais. 
 
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sábado, 10 de março de 2012

Santa Fé.

Algumas histórias têm várias versões e interpretações.
Diz um velho ditado,que a vida não é fácil e 2.011 foi um ano excepcionalmente  difícil para mim que sempre tive uma vida fácil, confortável,  prazeirosa e  cheia de  conquistas, eu diria invejáveis.                     
Falta de dinheiro, por conta do encerramento de várias atividades comerciais, doença na família, desentendimentos e aborrecimentos com muita gente, me deram conta, da pior forma possível, da condição de humano e dessa nossa vida  terrena e imperfeita.
Fui criado no catolicismo e tendo estudado por muitos anos em colégios religiosos, tive o que se pode chamar de  overdose de informações e de práticas obrigatórias, como assistir à missa todos os dias.
Talvez por isso e certamente, por falta de humildade eu me afastei da Igreja e o que é pior, de Deus.
Esse é um texto escrito para qualquer pessoa, mas quem me conhece   talvez possa me avaliar melhor. Sou tido como justo e bom na maior parte dos meus atos e pela maioria das pessoas que me cercam.
Li e ouvi muito, que o distanciamento de Deus pode levar o indivíduo  provações que o levem a acreditar que não estamos aqui por acaso.
Às vezes penso que 2.011 foi um ano em que fui colocado à prova.
Há pessoas que pedem a Deus e outras que o agradecem pela vida e por tudo mais que recebem.
Talvez eu estivesse num estágio onde acreditei mais em mim do que na bondade divina. 
Como muitos, na hora das dificuldades recorri a Deus. Passei a acompanhar a Amanda à missa e a rezar com ela  alguns minutos todos os dias.
Se antes  eu nada pedia a Deus, também não o agradecia, e nessa hora difícil, conheci o Salmo 91- Confiança em Deus, e a Oração do Poder, que agora recito todos os dias e que pode mostrar, pela sua leitura, o desespero que eu estava passando.
Em meados de janeiro de 2.011, portanto faz um ano,  Amanda me contou que uma amiga nossa,  de mais de dez anos, convidou-a para receber uma bênção .
Deixo de entrar em detalhes para não ser extenso. Amanda voltou muito impressionada pelo que ouviu,  me contou e eu não a levei a sério. Escutei-a só para não demonstrar minha incredulidade com qualquer tipo assunto sobrenatural.
Entre tantas coisas, essa pessoa teria lhe dito que os todos os nossos problemas iriam terminar como um final dos contos de fadas. Saúde restabelecida e todos os problemas, inclusive financeiros resolvidos.
Disse também, que ela estava vendo o final feliz para todos os problemas de dinheiro e isso se daria quando eu vendesse um imóvel, valioso porém muito difícil  de vender, e que  já via a Amanda curada e radiosa dirigindo um carro de luxo, um Santa Fé que faria parte do negócio.
Naquela época eu havia recebido uma proposta onde receberia um carro desse modelo. Imediatamente repreendi Amanda e disse que isso era charlatanismo, que provavelmente a nossa amiga teria ouvido algo e contado para essa pessoa.
O tempo passou, Amanda está totalmente curada porque teve  os melhores médicos, no melhor hospital e porque certamente ela mereceu e merece cada Graça que recebe. Ela é a melhor pessoa que eu conheci em toda a minha vida!
A única proposta que eu havia tido para a venda do tal imóvel não prosperou.
Com a venda de outros imóveis eu resolvi, graças a Deus, todos os problemas financeiros e a vida tomou seu rumo, o rumo certo e que eu esperava.
Estávamos muito felizes até dia 17 de fevereiro de 2.012, dia que não poderá ser jamais esquecido.
Ontem , vendi o tal imóvel caro, que vai finalmente me livrar do pesadelo de ter convivido, por mais de dez anos, com algumas pessoas que me deixavam doente e amargo.
Como parte de pagamento, por exigência do comprador,  recebi um carro Santa Fé, ano 2.012, placas EYZ 3731, com 2.085 quilômetros .
Já o entreguei para Amanda, que ontem mesmo desfilou com ele felicíssima, radiante, linda como ela é,  e o mais importante, cheia de saúde ...

Santa Fé!!!